MIT Hacking Arts 2015 / 2016
- Curadoria
- Liderança
- Branding
Na 4ª edição, em 2016, fui Codiretor ao lado de outro estudante do MIT. Coordenamos um time de mais de 40 pessoas, entre alunos do MIT e de outras escolas e jovens profissionais da região de Boston.

Mantendo a marca viva: uma identidade em evolução
Assim como Coca-Cola, McDonald's e Apple, eu queria dar ao Hacking Arts uma personalidade brincalhona — para que as próximas gerações pudessem usar como exemplo de como manter a essência e ainda mudar as coisas. Usei as melhores fotos do ano anterior para montar um fundo colorido e mantive os elementos que sustentavam a marca principal. O resultado ficou ainda mais inspirador, dando o clima certo para o fim de semana.
Hacking Arts 2016 em números
Somando todo mundo — equipe, painelistas, participantes, performers, expositores, hackers, patrocinadores —, o Hacking Arts 2016 alcançou mais de 1.200 pessoas em 3 dias: recepção VIP na sexta à noite, conferência e tech-expo no sábado, e o hackathon do sábado à noite até a tarde de domingo.
Inscrições no hackathon
700+
60% delas, mulheres
Demos na tech-expo
35
Realizadas no MIT List Visual Arts Center
Palestrantes em 8 painéis
41
40% mulheres
Ingressos esgotados
475
5 dias antes do evento
Performances incríveis
7
Ao longo dos 3 dias
Refeições servidas
1.730
Para todos os participantes
Patrocínio e parceria: a chave secreta para crescer




Foi o primeiro ano sem o fundo inicial que tínhamos de Jean-Jacques e Valeria Degroof, então criamos um time dedicado a buscar patrocinadores e parceiros. Com uma estratégia bem estruturada e muito networking, superamos o orçamento do ano anterior e criamos novas relações entre o MIT e empresas e escolas com interesse em arte e tecnologia.
Cobertura de imprensa: TechCrunch, The Atlantic, Boston Magazine e MIT Arts — alcançamos todas as metas e estabelecemos um novo padrão para conferências organizadas por estudantes.
